16 de setembro de 2013



Uma pesquisa realizada através do Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em parceria com a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), revelou o perfil dos jornalistas brasileiros.

O estudo realizado no final de 2012 e coordenado pelos professores Samuel Pantoja de Lima, da Faculdade de Comunicação da UnB, e professor visitante do curso de Jornalismo da UFSC; Alexandre Bergamo Idargo e Jacques Mick, ambos da UFSC, ouviu 2.731 jornalistas de todos os estados brasileiros. A margem de erro é inferior a 2%.

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Entre os dados apresentados estão que 64% dos jornalistas são mulheres, somente 25,2% são filiados ao sindicato, apenas um em cada três participam de movimentos sociais, associações ou organizações e quase três quartos da categoria são favoráveis à criação de um órgão de autorregulamentação do exercício da profissão.

No quesito salarial a questão de gênero se confirma como nas demais profissões - as mulheres jornalistas, mais jovens, ganhavam menos que os homens; eram maioria em todas as faixas até 5 salários mínimos e minoria em todas as faixas superiores a 5 salários. Outro dado é que 76% afirmam ter realizado estágio.

Veja todos os resultados da pesquisa aqui.






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